O banco pode avaliar o imóvel abaixo do preço de venda?

SUACASANOGUARUJAIMOVEIS
02 de setembro de 2026
O banco pode avaliar o imóvel abaixo do preço de venda?

O banco pode avaliar o imóvel abaixo do preço? Entenda como o PTAM ajuda antes do financiamento

Comprar ou vender um imóvel com financiamento bancário envolve mais do que encontrar a propriedade, negociar o preço e assinar uma proposta.

Mesmo quando comprador e proprietário concordam com o valor, a instituição financeira ainda precisará analisar:

  • A capacidade de pagamento do comprador;

  • Os documentos apresentados;

  • A situação do vendedor;

  • A documentação do imóvel;

  • As condições físicas e cadastrais da propriedade;

  • O valor atribuído ao imóvel;

  • A possibilidade de utilizá-lo como garantia da operação.

É nesse momento que pode surgir uma situação delicada:

O imóvel foi negociado por determinado preço, mas a avaliação realizada para o financiamento indicou um valor inferior.

Quando isso acontece, comprador e vendedor podem precisar renegociar a operação. O comprador talvez tenha de aumentar seus recursos próprios, buscar outra estrutura de crédito ou desistir da compra. O proprietário, por sua vez, pode perder uma negociação que considerava praticamente concluída.

Por isso, financiamento imobiliário, avaliação e documentação precisam ser considerados desde o início — e não apenas depois da assinatura da intenção de compra.


O banco pode avaliar o imóvel abaixo do preço negociado?

Sim.

O preço negociado entre comprador e vendedor resulta da vontade das partes e das condições comerciais da operação. Já a avaliação solicitada pela instituição financeira segue critérios próprios para analisar o imóvel dentro do processo de crédito e de constituição da garantia.

Segundo a CAIXA, depois da análise dos documentos ocorre a etapa de engenharia, na qual o imóvel é visitado para avaliação de seu valor e de suas condições de uso.

Consulte as etapas do financiamento imobiliário na CAIXA.

O resultado dessa avaliação pode ser:

  • Próximo ao preço negociado;

  • Superior ao preço negociado;

  • Inferior ao preço negociado.

Quando o valor fica abaixo do esperado, isso não significa automaticamente que alguém agiu de má-fé ou que o imóvel não possa ser vendido.

Significa que surgiu uma diferença entre o preço definido pelas partes e a referência utilizada pela instituição para analisar a operação.


Exemplo de uma diferença na avaliação bancária

Imagine a seguinte negociação:

  • Preço acertado entre comprador e vendedor: R$ 900 mil;

  • Recursos próprios planejados pelo comprador: R$ 270 mil;

  • Valor que ele esperava financiar: R$ 630 mil;

  • Avaliação realizada no processo bancário: R$ 800 mil.

A instituição financeira aplicará suas políticas, limites e critérios sobre a base considerada na operação.

Se o crédito liberado ficar abaixo dos R$ 630 mil esperados, o comprador terá de encontrar uma solução para a diferença.

Entre as possibilidades estão:

  • Aumentar a entrada;

  • Utilizar outros recursos próprios;

  • Renegociar o preço com o vendedor;

  • Reestruturar a operação;

  • Consultar outra instituição, quando isso for viável;

  • Desistir da compra conforme as condições contratuais.

Esse problema poderia ter sido identificado ou pelo menos reduzido se, antes da proposta, comprador e vendedor tivessem analisado com mais profundidade o valor de mercado, a capacidade de crédito e a documentação da propriedade.


Quem paga a diferença quando a avaliação fica abaixo do preço?

Não existe uma resposta única para todas as negociações.

O banco não é obrigado a financiar a diferença entre sua referência para a operação e o preço desejado pelo proprietário.

Na prática, se o crédito aprovado não for suficiente, a diferença poderá exigir:

  • Mais recursos do comprador;

  • Redução do preço pelo proprietário;

  • Uma combinação entre entrada maior e renegociação;

  • Outra solução aceita pelas partes e pela instituição;

  • Encerramento da negociação.

O vendedor não é automaticamente obrigado a reduzir o preço.

Da mesma forma, o comprador pode não ter condições de aumentar sua entrada.

Por isso, a proposta ou intenção de compra precisa estabelecer claramente que a aquisição será realizada com financiamento e como as partes procederão se:

  • O crédito não for aprovado;

  • O imóvel não for aceito;

  • A avaliação bancária ficar abaixo do necessário;

  • A documentação impedir a contratação;

  • O prazo da instituição ultrapassar o previsto.

As consequências sobre sinal, devolução de valores, multas e desistência dependem do que foi contratado e das circunstâncias do caso. Quando houver dúvida jurídica, as partes devem consultar um advogado.


Crédito aprovado significa financiamento garantido?

Não.

Uma simulação não é aprovação definitiva. E até uma análise inicial favorável do comprador não significa que toda a operação já esteja aprovada.

O financiamento imobiliário envolve pelo menos três frentes:

1. Análise do comprador

A instituição verifica aspectos como:

  • Renda;

  • Comprometimento financeiro;

  • Histórico e informações de crédito;

  • Capacidade de pagamento;

  • Documentação pessoal;

  • Prazo pretendido;

  • Recursos disponíveis para entrada;

  • Regras da modalidade escolhida.

2. Análise do imóvel

A propriedade precisa atender aos critérios da instituição e ser aceita como garantia.

Podem ser examinados:

  • Valor;

  • Estado aparente;

  • Condições de uso;

  • Localização;

  • Tipologia;

  • Características construtivas;

  • Regularidade das áreas;

  • Correspondência com os documentos;

  • Liquidez e possibilidade de garantia, conforme os critérios internos.

3. Análise documental e jurídica

Também são verificados os documentos do imóvel, dos proprietários e da operação.

Portanto:

Comprador com crédito pré-aprovado não significa imóvel aprovado, e imóvel bem avaliado não significa comprador definitivamente aprovado.

As duas partes da operação precisam ser analisadas.


Qual é a diferença entre simulação e aprovação de crédito?

A simulação apresenta uma projeção.

Ela pode indicar:

  • Valor aproximado da entrada;

  • Prazo;

  • Sistema de amortização;

  • Prestação inicial estimada;

  • Taxas informadas naquela ocasião;

  • Valor possivelmente financiável.

Porém, o resultado depende das informações fornecidas e das condições disponíveis no momento.

Já a aprovação envolve a análise efetiva realizada pela instituição financeira, seguindo suas políticas e exigências.

Mesmo depois da aprovação inicial do comprador, o processo ainda pode depender da avaliação do imóvel, da documentação, da formalização da garantia e do cumprimento das demais etapas.

Por isso, o comprador não deve assumir compromissos definitivos acreditando que uma simulação representa garantia de liberação do recurso.


Qual é a diferença entre o PTAM e a avaliação bancária?

Embora ambos envolvam o valor de um imóvel, possuem finalidades diferentes.

PTAM — Parecer Técnico de Avaliação Mercadológica

O PTAM apresenta uma conclusão fundamentada sobre o valor de mercado do imóvel, considerando suas características, os dados comparáveis e a data de referência.

Pode ser solicitado por:

  • Proprietários;

  • Compradores;

  • Investidores;

  • Advogados;

  • Herdeiros;

  • Empresas;

  • Partes envolvidas em decisões patrimoniais.

O documento pode auxiliar na:

  • Definição do preço de venda;

  • Análise de uma proposta;

  • Compra de um imóvel;

  • Organização patrimonial;

  • Partilha;

  • Inventário;

  • Divórcio;

  • Negociação extrajudicial;

  • Tomada de decisão sobre investimento.

Avaliação realizada no financiamento

A avaliação solicitada pela instituição integra o processo de crédito e atende às necessidades da operação bancária.

Seu objetivo também envolve a análise do imóvel como possível garantia.

A regulamentação do crédito imobiliário estabelece critérios relacionados à suficiência da garantia e determina que a avaliação seja realizada por profissional sem vínculo com áreas que possam gerar conflito de interesses.

Consulte a Resolução CMN nº 4.676 no Banco Central.

Comparação prática

PTAMAvaliação bancária
Apresenta uma conclusão mercadológicaIntegra o processo da instituição financeira
Pode ser contratado antes de anunciar ou comprarOcorre durante a análise do financiamento
Auxilia na definição e negociação do preçoAuxilia na análise do imóvel e da garantia
É entregue ao contratanteAtende aos procedimentos da instituição
Não aprova financiamentoNão substitui a avaliação mercadológica contratada pelas partes
Não obriga o banco a utilizar o mesmo valorSegue critérios próprios da instituição financeira

O PTAM não substitui a avaliação exigida pelo banco e não garante que os dois resultados sejam idênticos.

Entretanto, uma avaliação mercadológica realizada antes da negociação pode revelar que o preço pretendido está distante das referências observadas, permitindo que as partes discutam a questão antes de dependerem do financiamento.


Por que fazer um PTAM antes de anunciar o imóvel?

Muitos proprietários definem o preço da seguinte maneira:

  1. Pesquisam imóveis nos portais;

  2. Encontram os maiores valores;

  3. Comparam superficialmente as propriedades;

  4. Acrescentam uma margem para negociação;

  5. Publicam o anúncio.

O problema é que preço anunciado não comprova valor de mercado nem preço vendido.

Se o imóvel entrar no mercado com um preço excessivamente elevado, poderá passar meses sem receber propostas consistentes. Quando finalmente surgir um comprador interessado em financiamento, a avaliação da instituição poderá apresentar uma diferença relevante.

Nesse momento, o proprietário pode se sentir pressionado a reduzir o preço, enquanto o comprador pode perceber que não possui os recursos necessários.

O PTAM realizado antes do anúncio ajuda o proprietário a:

  • Conhecer o posicionamento do imóvel;

  • Identificar seus diferenciais;

  • Compreender suas limitações;

  • Analisar propriedades comparáveis;

  • Evitar médias superficiais;

  • Definir uma estratégia comercial consciente;

  • Reduzir o risco de negociar sobre uma expectativa sem fundamentação.

O proprietário continua livre para autorizar seu preço de oferta. Contudo, tomará essa decisão conhecendo a referência mercadológica e as possíveis consequências de anunciar acima dela.


Por que o PTAM também pode ser importante para o comprador?

O comprador pode se encantar pelo imóvel e acreditar que o preço é justo apenas porque existem outros anúncios semelhantes.

Mas precisa avaliar:

  • O estado de conservação;

  • A necessidade de reforma;

  • O andar;

  • A vista;

  • A posição solar;

  • A infraestrutura do condomínio;

  • Os custos mensais;

  • A documentação;

  • A oferta concorrente;

  • A liquidez;

  • O potencial de revenda.

Uma avaliação independente pode ajudar o comprador a compreender se está adquirindo o patrimônio dentro de uma faixa coerente com as condições analisadas.

Isso é especialmente relevante quando:

  • O comprador não conhece o mercado local;

  • Reside em outra cidade ou país;

  • O imóvel possui características muito específicas;

  • Existe grande diferença entre os anúncios;

  • A entrada será elevada;

  • Parte importante das economias será utilizada;

  • A compra possui finalidade de investimento.

O PTAM não elimina os riscos da aquisição e não substitui as análises jurídica, documental, financeira ou bancária. Ele acrescenta uma referência técnica à decisão.


O PTAM garante que o banco avaliará pelo mesmo valor?

Não.

Essa promessa não seria tecnicamente responsável.

O PTAM e a avaliação da instituição podem utilizar procedimentos, critérios, objetivos, datas e informações diferentes.

Além disso, cada instituição possui suas próprias políticas para:

  • Concessão de crédito;

  • Percentual financiável;

  • Tipos de imóveis aceitos;

  • Prazo;

  • Garantia;

  • Análise de risco;

  • Documentos necessários.

O benefício do PTAM está em oferecer uma base fundamentada para a negociação antes que comprador e vendedor assumam compromissos maiores.

Ele pode reduzir surpresas, mas não controla a decisão do banco.


A avaliação bancária pode ser contestada?

Os procedimentos variam conforme a instituição financeira.

Quando comprador ou vendedor identificam possível erro nas características consideradas, podem solicitar esclarecimentos ao responsável pelo processo e verificar se existe procedimento de revisão ou nova avaliação.

É importante conferir se foram considerados corretamente:

  • Área;

  • Número de quartos;

  • Vagas;

  • Estado de conservação;

  • Padrão construtivo;

  • Reformas regularizadas;

  • Vista;

  • Localização;

  • Características do condomínio;

  • Identificação da unidade.

O Banco Central informa que, quando houver cobrança pela avaliação ou reavaliação do imóvel dado em garantia, a instituição deve entregar ao consumidor extrato do laudo ou documento equivalente nas condições regulamentadas.

Consulte a orientação do Banco Central sobre a taxa e o laudo de avaliação.

A existência de um PTAM pode ajudar as partes a organizar seus argumentos, mas não obriga a instituição a alterar sua conclusão.


Como a documentação pode impedir ou atrasar o financiamento?

O preço não é o único ponto de atenção.

Um imóvel pode apresentar valor compatível e, mesmo assim, enfrentar dificuldades por causa da documentação.

Entre as situações que merecem verificação estão:

  • Área construída diferente da registrada;

  • Reforma com alteração estrutural não regularizada;

  • Ampliação não averbada;

  • Divergências cadastrais;

  • Titularidade desatualizada;

  • Inventário ainda não concluído;

  • Indisponibilidade ou restrição registrada;

  • Pendências de condomínio;

  • Tributos em aberto;

  • Documentação incompleta dos vendedores;

  • Estado civil ou representação não comprovados;

  • Informações divergentes entre matrícula, cadastro e situação física.

Nem toda pendência impede definitivamente a venda. Algumas podem ser resolvidas durante a preparação do negócio.

O problema aparece quando a questão é descoberta somente depois da proposta, do pagamento do sinal ou da aprovação inicial do comprador.


Matrícula e certidão de valor venal aumentam a organização?

Podem contribuir, desde que suas funções sejam corretamente compreendidas.

Matrícula do imóvel

A certidão de matrícula pode apresentar informações registrais como:

  • Identificação do imóvel;

  • Proprietários registrados;

  • Histórico de transmissões;

  • Ônus e registros existentes;

  • Averbações lançadas até a data de emissão.

A matrícula não substitui toda a análise jurídica da negociação e precisa estar atualizada conforme a finalidade para a qual será utilizada.

Certidão de valor venal

A certidão informa uma referência fiscal ou cadastral utilizada pelo município.

O valor venal não deve ser confundido automaticamente com o valor de mercado.

PTAM

O PTAM trata da análise mercadológica do imóvel.

Na SUACASANOGUARUJAIMOVEIS, conforme o escopo e a finalidade do serviço, o trabalho pode ser organizado com a matrícula utilizada na análise, a certidão de valor venal e outras informações pertinentes.

Essa reunião documental oferece mais clareza para o início da negociação, mas não substitui as certidões exigidas pelo banco, pelo tabelionato, pelo Registro de Imóveis ou pela análise jurídica de cada caso.


O que deve constar na intenção de compra com financiamento?

Uma proposta bem estruturada precisa representar a realidade da operação.

Quando a compra depende de financiamento, é importante registrar:

  • Preço acordado;

  • Valor previsto de entrada;

  • Montante esperado de financiamento;

  • Prazo para análise;

  • Instituição pretendida, quando definida;

  • Responsabilidade pela entrega dos documentos;

  • Condição relacionada à aprovação do crédito;

  • Condição relacionada à aceitação do imóvel;

  • Consequência de uma avaliação inferior;

  • Regras sobre o sinal;

  • Hipóteses de devolução ou retenção;

  • Prazo para assinatura;

  • Forma de pagamento;

  • Bens e mobília incluídos;

  • Responsabilidade por tributos, condomínio e despesas;

  • Necessidade de regularização documental.

A redação deve ser adequada às particularidades da negociação. Quando necessário, recomenda-se revisão jurídica.

O objetivo é evitar que comprador e vendedor descubram somente no final que possuíam entendimentos diferentes.


Como organizar uma compra financiada desde o início?

Uma negociação financiada pode ser conduzida com a seguinte organização:

1. Entender o objetivo do comprador

É necessário conhecer:

  • Orçamento;

  • Entrada disponível;

  • Renda;

  • Prazo desejado;

  • Prestação possível;

  • Uso pretendido do imóvel;

  • Necessidade de FGTS, quando aplicável;

  • Custos adicionais da aquisição.

2. Fazer uma análise preliminar de crédito

Antes de apresentar uma proposta incompatível com sua capacidade financeira, o comprador deve buscar uma análise preliminar nas instituições ou correspondentes responsáveis.

3. Avaliar o posicionamento do imóvel

O proprietário precisa saber quanto seu imóvel pode valer e o comprador precisa compreender o preço solicitado.

É nessa etapa que o PTAM pode acrescentar segurança.

4. Verificar a documentação disponível

Matrícula, cadastro, tributos, condomínio e documentos dos vendedores devem começar a ser organizados antes da fase final.

5. Elaborar uma proposta condicionada corretamente

A intenção de compra precisa mencionar a dependência do financiamento e prever como as partes tratarão eventuais impedimentos.

6. Acompanhar a avaliação bancária

As informações do imóvel devem estar corretas e o acesso para vistoria precisa ser organizado.

7. Acompanhar as exigências documentais

Comprador, vendedor, imobiliária e profissionais envolvidos precisam responder às solicitações dentro dos prazos.

8. Formalizar e registrar a operação

A liberação dos recursos depende da formalização da garantia e do cumprimento das etapas exigidas pela instituição.


Financiamento imobiliário também faz parte da estratégia de venda

Alguns proprietários enxergam o financiamento como responsabilidade exclusiva do comprador.

Entretanto, se o imóvel estiver dentro das condições aceitas pelas instituições, permitir financiamento pode ampliar o público interessado.

Para isso, o proprietário precisa:

  • Manter a documentação organizada;

  • Informar corretamente as características do imóvel;

  • Facilitar a vistoria;

  • Responder às solicitações;

  • Regularizar pendências identificadas;

  • Compreender os prazos da operação;

  • Definir um preço compatível com a estratégia;

  • Evitar anúncios contraditórios.

Um imóvel bem apresentado, corretamente precificado e preparado documentalmente possui melhores condições de avançar em uma negociação financiada.

Isso não garante a venda nem a aprovação, mas reduz obstáculos evitáveis.


Como a SUACASANOGUARUJAIMOVEIS acompanha o financiamento?

A SUACASANOGUARUJAIMOVEIS — CRECI 38984-J atua na compra, venda, avaliação imobiliária e no acompanhamento de negociações que envolvem financiamento.

O atendimento pode incluir, conforme as características do caso:

  • Compreensão da capacidade de compra;

  • Orientação inicial sobre entrada e custos;

  • Simulações preliminares;

  • Encaminhamento para análise de crédito;

  • Organização das informações do imóvel;

  • Intermediação entre comprador e vendedor;

  • Acompanhamento da avaliação bancária;

  • Apoio na reunião dos documentos solicitados;

  • Comunicação com os profissionais envolvidos;

  • Acompanhamento das etapas até a formalização.

A aprovação do crédito, as taxas, os prazos, o valor financiável e a aceitação do imóvel são decisões da instituição financeira.

O papel da imobiliária é ajudar comprador e vendedor a compreenderem o processo, organizarem as informações e reduzirem falhas de comunicação que possam comprometer a negociação.


Experiência prática em compra, venda, avaliação e financiamento

Flávio Pereira atua no mercado imobiliário do Guarujá desde 2002.

Ao longo de 24 anos de experiência e mais de 1.000 imóveis vendidos, acompanhou negociações à vista, financiadas, com uso de recursos próprios e com diferentes estruturas de pagamento.

Essa experiência permite compreender que a venda não depende apenas de encontrar comprador e vendedor.

É necessário conectar:

  • Valor coerente;

  • Capacidade financeira;

  • Documentação;

  • Avaliação;

  • Comunicação;

  • Prazos;

  • Segurança contratual;

  • Acompanhamento até a conclusão.

A atuação como Corretor de Imóveis, Avaliador Imobiliário e Perito Judicial Imobiliário amplia essa visão sobre o patrimônio e os riscos envolvidos em cada etapa.


Avalie antes, organize o crédito e negocie com mais segurança

Uma negociação financiada pode fracassar quando o preço, o crédito e a documentação são analisados separadamente e somente no final.

O caminho mais seguro começa antes:

Primeiro, compreender o valor do imóvel. Depois, analisar a capacidade financeira, organizar os documentos e estruturar corretamente a proposta.

O PTAM não substitui a avaliação do banco.

A análise de crédito não substitui a análise do imóvel.

E a aprovação inicial não substitui a conclusão formal da operação.

Cada etapa possui uma finalidade, mas todas precisam conversar entre si.


Solicite atendimento para avaliação e financiamento imobiliário

Se você pretende comprar ou vender um imóvel no Guarujá utilizando financiamento, procure orientação antes de assumir compromissos.

A SUACASANOGUARUJAIMOVEIS pode auxiliar na avaliação do imóvel e no acompanhamento das etapas da negociação financiada.

SUACASANOGUARUJAIMOVEIS — CRECI 38984-J

Flávio Pereira
Corretor de Imóveis — CRECI 126761-F
Avaliador Imobiliário — CNAI 20.671
Perito Judicial Imobiliário
CEO da SUACASANOGUARUJAIMOVEIS

24 anos no mercado imobiliário do Guarujá
Mais de 1.000 imóveis vendidos

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Perguntas frequentes sobre financiamento imobiliário e PTAM

O banco pode avaliar o imóvel abaixo do preço de venda?

Sim. O preço foi negociado pelas partes, enquanto a avaliação da instituição segue critérios próprios para analisar o imóvel dentro da operação de crédito.

Quem paga a diferença da avaliação bancária?

Se o crédito ficar abaixo do esperado, comprador e vendedor precisarão encontrar uma solução. O comprador pode aumentar os recursos próprios, o proprietário pode aceitar uma renegociação ou as partes podem decidir não prosseguir.

O vendedor é obrigado a reduzir o preço?

Não automaticamente. O preço depende da negociação entre as partes. A avaliação bancária pode afetar a capacidade de financiamento, mas não obriga o proprietário a vender por aquele valor.

O comprador pode desistir se o financiamento não for aprovado?

Isso depende das condições da proposta e do contrato. A intenção de compra deve prever claramente a dependência do financiamento e as consequências da não aprovação.

O sinal precisa ser devolvido?

Depende da redação contratual, do motivo da não conclusão e das circunstâncias do caso. Recomenda-se que essas condições sejam definidas por escrito e, quando necessário, analisadas por advogado.

Crédito pré-aprovado garante a compra?

Não. O comprador, o imóvel, os vendedores e os documentos ainda podem precisar passar pelas análises da instituição.

Simulação é a mesma coisa que aprovação?

Não. A simulação é uma projeção baseada nas informações fornecidas. A aprovação depende da análise efetiva da instituição financeira.

O PTAM substitui a avaliação do banco?

Não. O PTAM possui finalidade mercadológica. A avaliação bancária integra o processo de crédito e segue os critérios da instituição.

O banco é obrigado a aceitar o valor do PTAM?

Não. O documento pode auxiliar na compreensão e fundamentação do valor, mas a instituição realizará sua própria análise.

Por que fazer o PTAM antes do financiamento?

Para verificar se o preço pretendido está coerente com as características do imóvel e com as referências analisadas antes que comprador e vendedor assumam compromissos maiores.

O PTAM garante que o imóvel será financiado?

Não. O financiamento também depende do comprador, da documentação, das políticas da instituição, da análise do imóvel e da constituição da garantia.

Um imóvel irregular pode ser financiado?

A aceitação depende da natureza da irregularidade e das regras da instituição. Diferenças entre a situação física e os documentos podem provocar exigências, atrasos ou impedimentos.

Posso financiar imóvel com área não averbada?

A instituição analisará a documentação e as características da propriedade. Áreas não regularizadas podem gerar dificuldades e devem ser verificadas antes da proposta.

A matrícula é suficiente para aprovar o financiamento?

Não. A matrícula é um dos documentos relevantes, mas a instituição poderá exigir outras certidões, documentos pessoais, dados cadastrais e comprovações.

A SUACASANOGUARUJAIMOVEIS faz simulação de financiamento?

A empresa oferece orientação e acompanhamento em negociações financiadas, incluindo simulações preliminares e encaminhamento para análise conforme as condições disponíveis.

Quem aprova o financiamento?

A aprovação é responsabilidade exclusiva da instituição financeira, após analisar o comprador, o imóvel, a documentação e as condições da operação.

Como solicitar atendimento?

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